Brasil precisa estudar mudanças na China e preparar nova estratégia

 

Londres - A China que o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, visitará a partir de 28 de novembro, com uma comitiva de empresários, políticos e acadêmicos, não só tem o maior nível de reservas em dólares do mundo e um dos maiores fundos soberanos do plano, como também é uma economia em transformação que busca girar de um modelo exportador com baixos salários para um baseado mais no consumo doméstico e na produção de bens sofisticados.

Figueiredo discute na ONU reforma do Conselho de Segurança

 

Brasília – O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, se reúne hoje (25) com o atual presidente da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), John Ashe. Um dos principais temas de discussão durante o encontro deverá ser a reforma do Conselho de Segurança da organização, a mais alta instância internacional sobre temas de paz e segurança. A questão vem sendo discutida há anos e ganhou novo fôlego diante da crise na Síria, que tem sido negociada no âmbito de um grupo formado pelos Estados Unidos, pela Rússia, a ONU e a Liga Árabe.

Impulsor de acordo em 2010, Brasil elogia consenso entre Irã e potências

 

O governo brasileiro saudou neste domingo (24/11), por meio de nota, acordo sobre o programa nuclear iraniano. O Irã e o P5+1 (Alemanha, China, Estados Unidos, França e Rússia, facilitados pela União Europeia), grupo das seis potências mundiais, que negociavam desde a última quarta-feira um acordo nuclear em Genebra, chegaram a um consenso sobre a redução do programa iraniano em troca de alívio nas sanções limitadas.

Azevêdo reconhece fiasco nas negociações da OMC

 

O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevêdo, disse hoje que vai informar aos ministros, na conferência de Bali, na semana que vem, que não foi possível "encontrar convergência" para um acordo de liberalização comercial.

Segundo fontes que acompanham as discussões na plenária, fechada à imprensa, Azevêdo frisou que vai dizer aos ministros que ficou "realmente perto" o alcance de um resultado positivo, mas, que uma vez mais, não se chegou à reta final.

Expulsos, EUA deixam problema com Brasil e UE

 

O governo dos EUA sempre foi o principal parceiro da Bolívia no combate ao narcotráfico. Mas as más relações entre os dois países e o fato de que só uma pequena parte da cocaína boliviana chega aos EUA exigem um maior protagonismo do Brasil, dizem analistas e fontes do governo brasileiro.

Em maio deste ano, os EUA anunciaram o fechamento em La Paz da sede do NAS, seu escritório antidrogas, "em respeito à soberania da Bolívia e devido ao desejo do governo da Bolívia de nacionalizar os esforços antinarcóticos".

O acordo Lula/Irã era melhor

 

O acordo, efetivamente histórico, alcançado domingo entre o Irã e as seis grandes potências me obriga a voltar ao acordo de 2010 entre Brasil, Turquia e Irã.

Do ponto de vista das potências, o acordo que Luiz Inácio Lula da Silva e Celso Amorim ajudaram a costurar era melhor.

Tributos incabíveis e improviso fiscal

 

O primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva mal começava quando fez sua primeira tentativa de salvar o Mercosul, paralisado pela diferença brutal entre as economias dos sócios maiores; a brasileira, em processo de retomada e atração de investimentos, e a argentina, em crise, recuperando-se do calote da dívida externa que encerrou seu período de adesão religiosa ao credo liberal do chamado Consenso de Washington.

A História venceu

 

Com a aproximação da data que marca os cinquenta anos da ditadura civil-militar brasileira, o assunto em torno da misteriosa morte do ex-Presidente João Goulart em 1976 na província de Corrientes - Argentina, volta a ser abordado pela sociedade brasileira.

Estamos exumando a Operação Condor, diz Maria do Rosário

 

São Borja - “Estamos exumando a Operação Condor”. Para a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o desenterro do presidente João Goulart abre as entranhas de uma “rede terrorista internacional na qual a ditadura brasileira teve uma participação importante, a exumação do presidente Goulart nos aproximará da verdade do acontecido durante essa perseguição que durou anos. Sabemos que a Operação Condor o seguiu na Argentina, que o seguiu no Uruguai, que a ditadura brasileira o hostilizou até o dia de sua morte. E não descartamos que a ditadura tenha estado envolvida em uma morte cercada de dúvidas”.

Suíça defende acordo de bitributação com Brasil

 

Cada vez mais clientes europeus de bancos suíços estão regularizando sua situação com o fisco de seus países. E, se clientes brasileiros que detêm depósitos na Suíça não fazem o mesmo, deve ser em parte porque o governo do Brasil não tem um programa que os incite a isso.